Fim dos Tempos

By Endora

Cláudia Leitte escreve um “poema” para Isabella Nardoni. Pronto, morri. Mas assim, nem vou publicar o tal poema na íntegra, mas eu juro que aí embaixo estão os melhores momentos: 

NON OMNE QUOD LICET HONESTUM EST*

 * Sobre o título, segue um comentário absolutamente pertinente já publicado neste blog.

Gosto de crianças.
Tem aquelas mais espertas, as quietas.
Até as mais sapecas sempre dão paz.

Uma criança é como uma estrela
Estamos no céu se podemos tê-la
Olhamos para o céu se queremos vê-la.**

** Aqui ela resgatou o caderno de português do segundo ano do colegial, bem aquele da aula de literatura onde o professor deixou claro o que é rima pobre e o que é rima nobre.

(…)

Vá à escola,
Coma sua merenda,
Sonhe!
Aprenda!

Umas são espancadas,
Outras caem de um arranha-céu
Uma família é indiciada,
A outra experimenta do mais amargo e puro fel.***

*** E eu digo que a Cláudia Leitte é um ser FROM HELL.

(…)

E a gente que não é criança,
Nem pensar em cochilar!
Pedir a Deus pra não nos deixar sentir a dor da mãe de Isabella,
Acreditar na história da Cinderela
E continuar a caminhar.
Se “nem tudo que é lícito é honesto”,
Apenas a confiança no PAI**** nos ajuda com o resto.

**** Juro que ao ler esse “pai” em letras maiúsculas já imaginei o Inri Cristo em sua melhor interpretação da palavra.

Resta-me apenas desejar que Cláudia Leitte continue sendo cantora para sempre.

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Uma resposta para “Fim dos Tempos”

  1. Carol Disse:

    cacildes.. que pérolaaa….

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