É fato: não há nada mais enfadonho do que o cenário supostamente alternativo de São Paulo. Eu não agüento mais gente dizendo que é super hype ir pra baladas da Augusta ou que o novo preto é o samba de raiz ou sobre o quão construtivo é passar o domingo na Praça Roosevelt assistindo peça do Satyros. Essa gente me entedia. Assim como me entedia alargador, pseudo-moicano, chinelo de dedo, calça skinny, Crime e Castigo e Faiste. Ninguém faz coisa diferente, ouve diferente, lê diferente, escreve diferente. Não vejo protesto, não vejo raiva, não vejo angústia, não vejo fúcsia, não vejo esperança, crédito, solidariedade ou complacência. O que eu vejo são hippie-indies chatos que vão pra lugares da moda e se comportam da mesma maneira que o povinho burguês da Vila Olímpia. Me chame pra ir na Augusta, mas só se for pra comer uma puta.
Janeiro 16, 2008 às 6:15 pm |
nunca estive em são paulo, mas acho que a augusta serve (ou deveria servir) para isso, não? comer putas.
Janeiro 16, 2008 às 6:35 pm |
enquanto na vila olímpia, vc tem de usar o uniforme chapinha + scarpin + blusa de lurex (para meninas) e gel no cabelo + sapato e cinto caramelo (para meninos), o uniforme da augusta é a sainha plissada com coturno e franja preta. Ou seja: tudo clone da Pitty.
Janeiro 16, 2008 às 11:32 pm |
eu tenho preguiça dessa onda “alternativa”. preguiça mesmo. e tenho nervoso de alargador.
Janeiro 17, 2008 às 10:19 am |
“We are the woooooooooooooorld, we are the childreeeeeeeeeeeen!”
Preguiça, preguiça de fazeção de cena… Ai ai… Quanto disperdício de massa encefálica desse povo.
*TORCE POR MIM*
Beijos
Janeiro 17, 2008 às 6:12 pm |
hahahahahahahahahahaha
Não tem mais puta na Augusta, o Kassab limpou tudo.
Janeiro 17, 2008 às 6:25 pm |
Rok, pra vc ver como faz tempo que eu não vou na Augusta.